A Fórmula 1 vai incrementar a sua temporada de 2026 com um combustível 100% renovável, produzido de forma sintética a partir da captura de carbono. A mudança integra o pacote de novidades para tornar a categoria menos poluente, com meta de carbono zero até 2030.
O regulamento elimina combustíveis fósseis da F1. A FIA aponta queda de até 60% nas emissões de gases de efeito estufa com a nova composição. A FIA reconhece que o custo é elevado pela qualidade e pela inovação tecnológica do produto.
O tanque dos carros continua com capacidade de 100 litros, suficiente para as provas atuais. Assim, encher o tanque pode chegar a cerca de US$ 30 mil por carros, em vez de ser apenas o custo por litro comum.
Para a temporada 2026, o custo total de combustível envolve as 22 carros do grid. Em cada corrida, esse gasto pode alcançar valores significativos, e o impacto total da temporada pode ser elevado para as equipes.
O GP de abertura acontece no circuito de Melbourne. A prova está marcada para a primeira semana de março, com a corrida de domingo sendo o clímax de estreia do campeonato de 2026.
As transmissões começam na sexta-feira com sessões de treino, passando pela classificação na madrugada de sábado, até a corrida de domingo. A cobertura inclui TV e plataformas digitais da imprensa especializada.
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