A Mercedes abriu a temporada 2026 da Fórmula 1 no GP da Austrália em Melbourne, com vantagem de ponta na classificação, chegando a 0s7 de diferença para a reação da Red Bull. George Russell garantiu a pole position, enquanto Lewis Hamilton levantou dúvidas sobre uma possível brecha na taxa de compressão do motor da rival. A assertionativa pergunta por investigações da FIA.
Hamilton afirmou que não houve demonstração de potência suficiente nos treinos, citando uma possível influência da taxa de compressão. Segundo o piloto, se houver benefício, a FIA precisa esclarecer o que está sendo feito para corrigir o problema. Caso contrário, a equipe deve melhorar o desempenho.
O GP da Austrália 2026 ocorre no Circuito Albert Park com transmissão da Globo, sportv 3 e ge a partir da 0h15 de sábado para domingo. A taxa de compressão atual é tema de debate entre equipes, com rumores de que a Mercedes poderia explorar aquecimento para ampliar valores dentro dos cilindros.
Investigação da FIA e impactos potenciais
A FIA aprovou testes sob condições frias e quentes até junho, para verificar a conformidade com o regulamento. Rivais como Ferrari, Audi, Honda e Red Bull pedem maior rigidez na fiscalização. Hamilton disse que, se houver vantagem real, a temporada pode sofrer impactos significativos já nas primeiras corridas.
A Mercedes dominou a classificação com Russell na ponta, seguido por Kimi Antonelli em segundo e Isack Hadjar em terceiro, após Verstappen sofrer batida e ficar fora da sessão. A equipe alemã também fechou com uma dobradinha, contribuindo para o debate sobre a origem da suposta vantagem.
Verstappen sofreu uma falha no eixo traseiro da Red Bull, travada e saiu direto na curva 1 durante a sessão de treino, acarretando sua não classificação. O incidente ressaltou a importância de medidas técnicas e garantindo o equilíbrio entre as equipes durante a prova.
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