No Dia Internacional da Mulher, o Santos destaca avanços e desafios do futebol feminino no Brasil, com participação de duas figuras do clube. Ketlen Wiggers, maior artilheira da história do clube, e Thais Picarte, coordenadora da equipe e ex-goleira da seleção brasileira, representam diferentes âmbitos da modalidade. A leitura foca no que ocorreu, quem está envolvido, quando, onde e por quê.
Ketlen aponta crescimento de visibilidade e investimento como caminhos para retorno aos clubes, ainda que a instabilidade de projetos permaneça. Ela ressalta que o futebol feminino tem ganhado espaço, com mais pessoas acompanhando as competições. Segundo a atacante, clubes que investem conseguem remuneração compatível com o desempenho.
Thais Picarte observa a evolução sob a ótica da gestão, comparando o hoje com períodos anteriores à sua carreira. Ela destaca o aumento de transmissões, presença nas redes e maior exposição da modalidade. A dirigente reforça a importância da representatividade feminina em cargos de gestão.
Dimensão da evolução
Picarte aponta mudanças significativas de estrutura nos últimos anos, enfatizando ganhos em organização e apoio institucional. Ketlen concorda, destacando que a união entre jogadoras é fundamental para abrir portas para novas talentos. A dupla concorda que a continuidade de investimentos é decisiva para o futebol feminino no Brasil.
Desafios e perspectivas
As duas ressaltam ainda a necessidade de ampliar a presença de mulheres fora de campo, especialmente em cargos administrativos. A atual gestão do Santos busca tornar o esporte mais inclusivo, mantendo o foco na profissionalização e na visibilidade da modalidade. O objetivo é sustentar o crescimento observado nos últimos anos.
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