Jannik Sinner, italiano de 22 anos, chegou ao topo do ranking mundial após quebrar barreiras em five anos de ascensão. Em 2024, tornou-se o líder mais jovem da Era Aberta, consolidando-se entre os melhores após vencer o Australian Open, Wimbledon e chegar perto de Roland Garros na final de 2024.
A trajetória de Sinner começou a ganhar contornos em 2020, quando, ainda fora do top 100, vençou David Goffin no ATP 500 de Roterdã e avançou a fases profundas em Roma e no US Open. Em Paris, atingiu as quartas e subiu ao top 50 pela primeira vez.
Em 2021, o italiano chegou às oitavas em Roland Garros e US Open; em 2022, foi quartofinalista no Australian Open, Wimbledon e em Nova York. Em 2023, alcançou a primeira semifinal de Grand Slam na carreira, superado por Djokovic, num marco importante de consolidação.
João Fonseca, brasileiro, atuou como sparring de Sinner em 2023. O treino ocorreu durante o ATP Finals em Turim, quando Fonseca, 676º do mundo, acompanhou o italiano pela primeira vez. Poucos meses depois, Sinner venceu o Aberto da Austrália em virada sobre Medvedev.
Em 2024, Sinner venceu seu primeiro título de Slam e subiu ao lugar mais alto do ranking. Na sequência, conquistou o segundo título de Grand Slam e alcançou o bicampeonato na Copa Davis pela Itália. Em Turim, manteve excelente performance com títulos e finais.
Suspensão por doping
Entre as conquistas, Sinner passou por suspensão de três meses por doping, em 2023, por uso de clostebol. O período ocorreu entre fevereiro e maio do mesmo ano, antes de retornar às atividades no circuito. A diretoria da ATP não informou detalhes adicionais.
A temporada de 2025 consolidou a importância de Sinner, ao ampliar marcas históricas para o tênis italiano e europeu. Foi campeão do NextGen Finals em Turim, ao derrotar Alcaraz na decisão, mantendo o ímpeto na carreira.
O talento do italiano também se destacou por defender a Itália na Copa Davis, onde foi bicampeão em 2023 e 2024, reforçando o papel dele como referência no tênis do país.
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