A votação para o Hall da Fama do vôlei 2026 reúne duas grandes rivais: Brasil e Rússia. Na categoria indoor feminino, as finalistas são Fabi Alvim, do Brasil, e Ekaterina Gamova, da Rússia, acompanhadas por Foluke Akinradewo-Gunderson dos EUA e Ana Ibis Fernández de Cuba. A escolha ocorre por votação online entre 1º e 14 de abril, com divulgação dos vencedores em 18 de maio.
Fabi Alvim, líbero que marcou época, enfrenta a gigante Gamova na disputa pelo reconhecimento definitivo. A defesa brasileira é apontada por especialistas como favorita para a honraria, com avaliações que destacam a influência de Fabi na defesa do Brasil ao longo de sua carreira. Gamova, por sua vez, é reconhecida como uma das maiores pontuadoras da história.
Historicamente, Brasil e Rússia protagonizaram duelos marcantes. Quatro confrontos entre seleções femininas ficaram na memória, incluindo vitórias decisivas que ajudaram a consolidar a tradição de cada país no cenário global. A rivalidade é vista como um marco do vôlei mundial.
As trajetórias de Fabi e Gamova refletem estilos contrastantes. Fabi encerrou a carreira em 2014, após conquistas olímpicas em Pequim 2008 e Londres 2012, defendendo o Rio de Janeiro por 13 temporadas e levantando a Superliga diversas vezes. Gamova anunciou aposentadoria em 2016, após passagem por clubes russos e turcos e uma sequência de pontuações expressivas.
Além das duas atletas, o concurso contempla outras personalidades renomadas, como Akinradewo-Gunderson e Fernández, situando a disputa entre nomes de diferentes regiões e gerações. A votação busca identificar figuras que contribuíram de forma relevante para o voleibol ao longo de várias eras.
A espera pelo resultado posiciona o Hall da Fama como uma vitrine de memórias e conquistas. A cerimônia de apresentação, prevista para o mural de ícones do voleibol, deve reconhecer a trajetória de cada finalista, com a decisão final dependendo da votação pública e dos comitês de avaliação.
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