O Santos anunciou a troca de treinador após a derrota por 2 a 1 para o Internacional, na última quarta-feira. Marcelo Teixeira explicou que não havia plano prévio de demissão de Juan Pablo Vojvoda e que a mudança ocorreu após a saída do argentino, com a contratação de Cuca ocorrendo nas últimas horas.
O presidente afirmou que a diretoria confiava no trabalho de Vojvoda, mas que os resultados não estavam funcionando. O objetivo é recolocar o clube nos trilhos, mantendo experiência e conhecimento de bastidores, segundo o relato de Teixeira.
Ele lembrou que, em seu primeiro ano na gestão, ao manter o treinador, o Santos teve sucesso: acessos e títulos regionais. Hoje, a esperança é repetir a fórmula com Cuca, mantendo a diretoria como respaldo.
Segundo Teixeira, a troca não é desejável para o funcionamento do clube, mas ocorreu diante da sequência de tropeços no Paulistão e do desempenho no Campeonato Brasileiro. O presidente citou a necessidade de estabilidade para evitar mudanças frequentes.
O representante destacou a experiência de Cuca, que já conhece o Santos e já disputou uma Libertadores pela equipe. A ideia é que o técnico tenha tempo para implementar um planejamento conjunto com a diretoria.
Polêmicas envolvendo Cuca
O caso extrafutebol envolvendo o novo treinador foi citado pelo presidente. Teixeira afirmou que a diretoria avaliou a repercussão e considerou a questão superada, após diálogo com Cuca. O Santos diz seguir com seu papel social e campanhas institucionais.
O mandatário explicou que o clube tem histórico de atuação social e que a diretoria avalia riscos de mensagens públicas. Cuca já esclareceu a situação e tem atuado em outros clubes nos últimos anos, conforme apontado pelo Santos.
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