A seleção brasileira feminina de vôlei terá uma Seleção B, criada para atuar como extensão da equipe principal. A ideia é manter dois elencos ativos, com jogadoras alternando entre A e B conforme necessidade de treinamento, amistosos e competições.
Segundo o treinador Zé Roberto Guimarães, a Seleção B aproxima-se da A e permite troca de atletas sem caracterizar rebaixamento. A iniciativa busca ampliar o pool de jogadoras disponíveis para o ciclo olímpico até 2028.
A manutenção desse grupo permitirá observar um contingente maior de atletas, oferecendo minutagem e experiência às atletas de apoio. O plano inclui participação em amistosos e competições internacionais.
A ideia é que as atletas ganhem bagagem internacional por meio de jogos em ligas nacionais e campeonatos no exterior, contribuindo para o desenvolvimento técnico do vôlei feminino brasileiro.
Quando duas seleções atuam em paralelo, é possível acompanhar ambas as equipes e promover trocas em campeonatos. Para Zé Roberto, essa prática favorece o crescimento e a aquisição de experiências.
A seleção disputou a Liga das Nações (VNL) com destaque recente, terminando 2025 em segundo lugar no ranking mundial, atrás apenas da Itália. A valorização de experiências internacionais é destacada pelo treinador.
Para 2026, o primeiro compromisso é a VNL, a partir de 3 de junho. Em setembro, o Brasil inicia a corrida olímpíca com o Sul-Americano, que garante vaga ao campeão continental.
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