Mattheus Montenegro completou 90 dias à frente do Fluminense e convocou coletiva no CT Carlos Castilho nesta sexta. O objetivo foi apresentar o desempenho inicial, abordar a janela de transferências, a SAF e a relação com Mário Bittencourt, hoje diretor geral.
Sobre reforços, o Flu contratou seis jogadores: Jemmes, Julián Millán, Guilherme Arana, Alisson, Savarino e Rodrigo Castillo. Montenegro disse que a diretoria ajustou as prioridades, ampliando a busca por um zagueiro mesmo após perceber a inflação do mercado.
Ele também sinalizou abertura para a possibilidade de Bouanga, atacante do LAFC, chegar no meio do ano, caso haja oportunidade. A ideia é manter o foco esportivo sem descartar nomes de peso que se encaixem nas condições financeiras do clube.
Perspectivas da janela de meio de ano
O presidente afirmou que não descarta movimentações significativas no segundo semestre. Sobre Arias, o clube fez proposta, mas o jogador acabou indo ao Palmeiras após proposta maior. Em relação ao Nino, existe interesse, mas não é certo que haja venda, pois dependem de propostas do Zenit.
Montenegro comentou que o clube avalia propostas que venham a chegar no meio do ano. Além disso, ressaltou que o Flu trabalha dentro de um orçamento que prevê receitas de venda de atletas, com possibilidade de compensação por premiações caso não haja novas transferências.
Estrutura do clube e relação com Mário Bittencourt
O presidente detalhou a estrutura do Fluminense, com conselho diretor e diretorias técnicas não remuneradas e uma diretoria executiva. Mário Bittencourt atua como diretor geral, em posição remunerada, com presença diária no clube e responsabilidades amplas.
A fala também esclareceu a diferença entre o papel dos vice-presidentes não remunerados e o funcionamento diário das áreas comerciais, jurídicas e esportivas. A equipe dirige o dia a dia, reportando-se aos respectivos vices e ao presidente.
Entre na conversa da comunidade