Pedrinho, presidente do Vasco, informou que as negociações para a venda da SAF do clube avançam em uma fase decisiva. Segundo ele, o processo está em um caminho que pode representar um passo importante, sem ainda indicar nomes ou prazos.
O investidor citado não teve o nome anunciado pelo presidente. Há associação com Marcos Faria Lamacchia, filho de José Faria Lamacchia e enteado de Leila Pereira, porém ele não foi explicitamente confirmado. A gestão busca credibilidade e estabilidade para o clube.
A relação com a 777 Partners é mencionada como referência de modelo, com o objetivo de estruturar o clube para o longo prazo. Pedrinho destacou que a transição para SAF não deve comprometer a responsabilidade com salários e compliance financeiro.
Pedrinho evitou fixar datas para a conclusão do acordo, afirmando apenas que espera que haja avanços ainda neste ano. O presidente entra no último ano de mandato, em meio a um contexto de eleição, sem confirmar candidatura à reeleição.
As tratativas envolvem a recuperação judicial, a dívida tributária fora da RJ e o tamanho do investimento necessário para tornar o Vasco mais competitivo. Minutas de acordo já são trocadas entre a diretoria e representantes do potencial investidor.
Estrutura da SAF e perspectivas
Atualmente, a divisão de ações da SAF indica 30% do clube associativo, 31% da 777 e 39% sob poder do Vasco por decisão judicial. A venda da parte em disputa depende de acordo ou de decisão judicial favorável ao clube.
Há possibilidade de Pedrinho ocupar momentaneamente a governança da SAF, conforme o andamento das negociações. A relação com a família Lamacchia tem sido um diferencial desde o início, com diálogo constante entre as partes envolvidas.
As tratativas também envolvem a participação da A-CAP, com a atual composição de participação societária influenciando a velocidade do acordo. Técnicos e assessores seguem avaliando propostas para manter a sustentabilidade do clube.
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