Nos próximos dias, a seleção brasileira enfrenta dúvidas nas escolhas defensivas devido a uma sequência de lesões que impactam a preparação para a Copa do Mundo. Dos 13 cortes desde a chegada de Carlo Ancelotti, dez atingiram o setor, elevando a incerteza para o elenco final.
A situação coloca em risco até jogadores considerados intocáveis, como Alisson e Magalhães, e pressiona a comissão técnica a ajustar a lista final, divulgada até 18 de maio. O foco está na defesa, que concentra a maior parte das mudanças desde a chegada do treinador.
Lesões que moldam a defesa
Os números do ciclo revelam um padrão: 50 cortes ao longo do caminho para 2026, com 34 na defesa. Entre os nomes mais citados, aparecem Ederson, Alisson, Vanderson, Gabriel Magalhães e outros, refletindo a instabilidade na montagem do setor.
Entre os problemas recentes, o lateral-direito já não soma chances de disputar o Mundial por nova lesão muscular na coxa. Casos como Caio Henrique e Éder Militão aparecem na lista de ausências que influenciam a escolha de Ancelotti em março.
O que está em jogo e próximos passos
Ancelotti ressaltou que a lista de convocados depende da condição física. A observação se intensifica com a Data Fifa, que pode trazer mudanças até a definição das duas vagas restantes para zagueiros. Entre os nomes em pauta aparecem Ibañez, Léo Pereira e Bremer, ao lado de jogadores já consolidados.
Alisson e Ederson aparecem como as maiores incógnitas entre os custodas das redes, com múltiplos cortes ao longo do ciclo. A comissão técnica tenta equilibrar experiência e forma física para enfrentar França e Croácia nos próximos amistosos e manter o planejamento sem surpresas.
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