Numa palestra no Rio de Janeiro, o ex-jogador Zinho abriu a sessão ao revelar a premiação da delegação brasileira pela conquista da Copa do Mundo de 1994, nos EUA. O valor inicial era de US$ 120 mil por jogador, mas houve acordo para igualar a remuneração de todo o staff, chegando a US$ 80 mil por pessoa. Entre os presentes, Ricardo Rocha e Mauro Silva retornaram para relembrar o título, enquanto Romário não participou.
A explicação de Zinho ressaltou que cada profissional envolvido teve papel fundamental no triunfo. Além dos atletas, estavam figures técnicas, roupeiros, massagistas, cozinheiro e até o telefonista do hotel, todos recebendo a mesma quantia. O relato buscou enfatizar a importância coletiva para o sucesso da equipe.
O grupo mencionou ainda as diferenças com a premiação de 1990, quando houve divergências entre atletas e diretoria da CBF, associadas a uma famosa foto que tapava o patrocinador. Em 2022, levando em consideração valores atuais, a premiação da Argentina para o título da Copa do Catar atingiria cerca de US$ 1 milhão por jogador.
Premiação da Copa de 1994
O encontro ocorreu durante o Rio Fut Summit, realizado na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, na segunda e terça-feira. Além de Zinho, Ricardo Rocha e Mauro Silva, participaram Getúlio Vargas, ex-goleiro, e Izabel Barbosa, organizadores do evento. Romário era esperado, mas não compareceu.
Contexto e comparação histórica
Em 1994, o foco foi a participação de todo o time e da comissão técnica na comemoração do título. A fala de Zinho lembrou que a conquista permaneceu marcada como feito coletivo, com reconhecimento igual para todos os envolvidos. O grupo destacu também que a vitória é eterna para a torcida.
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