O ranking dos técnicos mais bem pagos do Brasil sofreu mudanças recentes, impulsionadas por demissões de oito treinadores em oito rodadas da Série A e pelas chegadas de Leonardo Jardim e Artur Jorge. Carlo Ancelotti permanece em primeiro, mesmo com acordos em ajustes para 2030.
Entre os treinadores de clubes, Abel Ferreira segue no topo, com salário de R$ 3 milhões mensais no Palmeiras. A partir de 2026, seus prêmios ficaram mais altos, chegando a 20 vencimentos pela Libertadores e 16 em caso de título no Brasileirão.
Em segundo lugar aparecem Leonardo Jardim, no Flamengo, e Artur Jorge, no Cruzeiro, empatados em R$ 2,5 milhões mensais. Eles superam Filipe Luís e Tite, cujos vencimentos foram reduzidos após renovações necessárias.
Dorival Júnior, no Corinthians, e Luís Castro, no Grêmio, compartilham o quarto lugar, com R$ 2 milhões cada. Dorival enfrenta pressão de demissão, mesmo com títulos na Copa do Brasil e na Supercopa; Castro chegou em janeiro e manteram a linha de continuidade após o Gauchão.
Renato Gaúcho fecha a lista dos cinco mais bem pagos, recebendo R$ 1,7 milhão mensais pelo Vasco, em início promissor com 10 pontos em 12 disputados. Os valores consideram comissões técnicas associadas aos treinadores citados.
Mudanças recentes e comparativos
O texto mostra ajustes em custos com treinadores de clubes grandes, com Santos, São Paulo e Atlético-MG reduzindo despesas em relação a nomes anteriores. Botafogo demitiu Martín Anselmi e ainda não divulgou o substituto.
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