Gabriel Bortoleto terminou o GP do Japão sem conquistar pontos, ao terminar em 13º lugar em Suzuka. O desempenho evidenciau dificuldade do piloto e da Audi R26, que mostrou equilíbrio nas curvas, mas deficiência de velocidade nas retas, prejudicando o aproveitamento em trecho longo.
A comunicação via rádio entre o brasileiro e o engenheiro da equipe ficou marcada. A orientação para entender as limitações de potência do modelo atual foi recebida com ironia por Bortoleto, que sinalizou ter percebido o problema já há várias voltas. A cena ganhou repercussão entre quem acompanha a Fórmula 1.
Na entrevista pós-corrida, o piloto admitiu que o problema já se arrasta desde a temporada, citando dificuldades na largada e em ajustes de comportamento do carro. Ele afirmou que a equipe está ciente dos problemas e segue trabalhando para evoluir ao longo do campeonato.
A Audi informou que ainda investiga as causas específicas do baixo desempenho nas retas e que não há uma conclusão sobre os fatores que impediram melhor resultado em Suzuka. Entre as mudanças previstas, há foco na melhoria de velocidade em linha reta até a próxima etapa.
Análise e próximos passos
Bortoleto avaliou o chassi como competitivo nas curvas, mas indicou que a restrição de velocidade prejudicou o desempenho geral. O piloto mencionou que precisa entender melhor o comportamento do carro para avançar nas corridas futuras.
A Fórmula 1 terá um mês de pausa, momento em que a equipe Audi trabalhará para diagnosticar e corrigir as falhas identificadas. A próxima etapa está prevista após o período de intertemporada.
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