No UFC, o MMA feminino passou de novidade a referência global desde 2013, quando as mulheres ganharam espaço na organização. A evolução envolve mudanças técnicas, recordes quebrados e lutas históricas que ajudaram a consolidar o campeonato feminino no Octógono.
O relato abaixo destaca cinco momentos marcantes que moldaram a trajetória das lutadoras ao longo dos anos, mostrando como o reconhecimento e o protagonismo cresceram no esporte.
O início de uma nova era
O UFC sediou a primeira luta feminina em 2013, com Ronda Rousey defendendo o cinturão dos galos contra Liz Carmouche na luta principal do UFC 157. A finalização confirmou a abertura de portas para as mulheres no octógono.
A quebra de uma hegemonia
No UFC 193, Holly Holm derrotou Ronda Rousey por nocaute no segundo round, conquistando o cinturão peso-galo. A vitória mudou o equilíbrio de forças e ampliou o alcance do MMA feminino mundialmente.
O rugido da Leoa
No UFC 200, Amanda Nunes finalizou Miesha Tate no 1º round e tornou-se campeã dos galos. O triunfo marcou o início de um reinado dominante na divisão e elevou o peso-pena a novo patamar de protagonismo.
Nasce a GOAT
No UFC 232, Amanda Nunes derrotou Cris Cyborg por nocaute no 1º round e conquistou o cinturão peso-pena, tornando-se campeã em duas categorias. A vitória consolidou a brasileira como referência histórica do esporte.
Uma das maiores lutas da história
O confronto entre Zhang Weili e Joanna Jedrzejczyk, no UFC 248, é lembrado como uma das lutas mais técnicas e intensas do MMA. Em cinco rounds, as atletas elevaram o nível técnico das divisões femininas e ampliaram a visibilidade do esporte. A decisão de entrar para o Hall da Fama do UFC reforça a importância do duelo.
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