A Seleção Brasileira tem o pior aproveitamento entre os campeões mundiais desde a Copa do Mundo de 2022, no Catar. Em 35 jogos, o time venceu 15, empatou 10 e perdeu 10, marcando 58 gols e sofrendo 39. O rendimento atual ficou em 52,4%.
Desde o fim do Mundial, o Brasil soma derrotas a França, vitória sobre a Croácia e soma números que o colocam na 39ª posição entre seleções que já foram campeãs. A lista de adversários com desempenho superior é ampla, incluindo Argentina, Marrocos, Espanha e Japão.
Em termos de contexto, a crise técnica coincide com mudanças na gestão da CBF. Foram eleições, entrada de Samir Xaud na presidência e quatro treinadores diferentes, com Ramon Menezes atuando como interino, seguido por Fernando Diniz e Dorival Júnior, até Carlo Ancelotti iniciar no segundo semestre de 2025.
Ranking e números
Apoiado pelo levantamento da Superscore, o Brasil fica à frente de apenas nove seleções na avaliação de aproveitamento dos últimos quatro anos. Paraguai, Escócia, Catar, Arábia Saudita, Jordânia, Bósnia e Herzegovina, Gana, Curaçao e Nova Zelândia ficaram abaixo.
A Argentina lidera o ranking com 83,8% de aproveitamento; Marrocos soma 82,4%; Espanha 81,2%; Japão 80,2%. O desempenho coloca o Brasil entre ex-campeões e cabeças de chave eliminados precocemente.
Desempenho recente e contexto histórico
No mês, o Brasil perdeu para a França por 2 a 1 e venceu a Croácia por 3 a 1. Esses resultados elevam o aproveitamento à casa de 52,4% no período. Em comparação, a era de Tite, antes da Copa de 2022, apresentava 80,7% com 37 vitórias em 50 jogos.
Nas Eliminatórias Sul-Americanas, o Brasil terminou na 5ª posição, atrás de Argentina, Equador, Colômbia e Uruguai, e foi eliminado precocemente nas quartas da Copa América de 2024 pelo Uruguai. O conjunto soma 15 vitórias, 10 empates e 10 derrotas desde 2022.
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