O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere, afirmou que o acervo do Museu Olímpico não foi atingido pelo incêndio que atingiu o Velódromo do Parque Olímpico na madrugada desta quarta-feira (8). Segundo ele, houve impacto apenas em uma sala imersiva do museu, e todo o acervo está preservado.
Analises preliminares indicam que as chamas tiveram origem em uma sala de apoio do Museu Olímpico e se propagaram até o teto do Velódromo. A estrutura conta com uma manta protetora para retardar o avanço do fogo. A perícia oficial deve confirmar a causa do incêndio.
Ao longo da manhã, por volta das 9h, engenheiros da prefeitura e membros da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) realizaram avaliação na pista. A avaliação preliminar apontou que a área está íntegra e não foi atingida pelo fogo, mas a pista deverá passar por limpeza e tratamento antes de retomar atividades no Velódromo.
Histórico e contexto
O Velódromo do Parque Olímpico já havia sido atingido por um incêndio em 2017, pouco depois dos Jogos Rio-2016. Naquele episódio, a cobertura da estrutura foi danificada após a queda de um balão sobre a área. O Velódromo sediou as competições de ciclismo de pista.
Construído para a Rio 2016, o Velódromo teve investimento de cerca de R$ 143 milhões e, desde então, recebe competições e atividades esportivas. Hoje, o local atende aproximadamente 4 mil pessoas, de six anos ou mais, em 33 modalidades esportivas de lazer e esporte.
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