O Bahia venceu o Mirassol por 2 a 1 de virada, pela 11ª rodada do Brasileirão, em Mirassol. O jogo terminou com episódios de confusão entre atletas paulistas, a arbitragem liderada por Paulo Cesar Zanovelli e equipes de apoio. A súmula aponta invasão de campo, ameaças e uso da força policial para retirar os profissionais do Maião.
O segundo gol baiano, marcado por Sanabria, foi o estopim das reclamações do Mirassol, que contestou uma falta de Gilberto em Negueba. A seguir, o técnico Rafael Guanaes e o meio-campista Eduardo foram expulsos; Lucas Oliveira e Negueba receberam cartões amarelos. O árbitro confirmou o gol em campo, mantendo a decisão contestada pelos paulistas.
Confronto após o apito final
Segundo a súmula, houve invasão de campo por integrantes com uniformes usados pelo corpo técnico do Mirassol. O diretor de futebol Paulinho, ex-jogador do clube, teria responsabilizado a arbitragem pela derrota e, conforme o documento, insinuou agressões no túnel de acesso aos vestiários. Luzes do túnel teriam sido apagadas.
Versões e desdobramentos
Zanovelli relatou que aguardou 35 minutos no campo antes de deixar o Maião com a escolta policial. Gritos e pedidos de retirada foram apontados pela arbitragem como ataques a ela e aos assistentes. Em nota, o árbitro negou falas atribuídas por João Victor, zagueiro do Mirassol, de que teria pedido para que os jogadores chorassem no vestiário. A súmula registra que não houve falas desse tipo por parte da equipe de arbitragem.
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