A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apresentou diretrizes para a futura liga única, defendendo profissionalização de árbitros e ambiente de jogo mais disciplinado. A iniciativa prevê mudanças culturais traduzidas em entrevistas mais responsáveis e menos acusações públicas de erros de arbitragem.
A proposta envolve punições mais severas a jogadores, técnicos e dirigentes que atacarem decisões da arbitragem com termos como roubo ou assalto. A intenção é reduzir a reprimenda após partidas e evitar a normalização de acusações no futebol brasileiro.
A CBF destacou que o investimento em arbitragem, com melhoria de conduta de todos os envolvidos, deve andar junto com tecnologia, incluindo o impedimento semiautomático, ainda sem data de implantação.
Encontro Nacional e aplicação no STJD
Na quinta-feira, o STJD realiza o 2º Encontro Nacional dos Tribunais de Justiça Desportiva na sede da CBF, no Rio de Janeiro, para alinhar a diretriz contra acusações sem punição.
O STJD busca padronização de sanções contra comportamentos inadequados no campo e fora dele, com graduação de acordo com a distância do gramado. O objetivo é maior rigor conforme o cargo.
A partir do CBJD, dois artigos costumam embasar as medidas: Artigo 258, que abrange conduta contrária à disciplina, e Artigo 243-F, que trata de ofensa à honra relacionada ao jogo.
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