Um lance no início da partida entre Flamengo e Fluminense chamou a atenção ao provocar uma possível concussão. O meia Lucho Acosta recebeu uma bola que impactou o joelho e a cabeça, caiu mal e deixou o campo com a lesão no ligamento colateral medial do joelho esquerdo.
A imagem repercutiu entre torcedores e técnicos, que passaram a discutir a gravidade do choque. Embora não haja confirmação de concussão, o episódio evidencia a preocupação com lesões cervicais e traumáticas em partidas de alto contato.
A CBF implementou, em 2024, o protocolo de concussão, permitindo uma substituição extra quando o médico da equipe diagnostica traumas no cérebro. O diagnóstico em campo tem prazo de 3 minutos para ser concluído.
Protocolos de concussão: Brasil e NFL
Na NFL, quando há suspeita de concussão, o árbitro e outros profissionais acionam a saída do jogador. Em campo, médicos da franquia e de equipes independentes avaliam sinais como amnésia, tontura e dificuldades motoras.
O protocolo da NFL foi criado em 2011, após mortes de ex-jogadores associadas a encefalopatia traumática crônica. Essas condições motivaram medidas para evitar lesões graves e sequelas crônicas.
Estudos indicam que o futebol americano apresenta maior incidência de concussões por mil atletas comparado ao futebol tradicional. Mesmo assim, a preocupação com a proteção aos atletas permanece alta em ambos os esportes.
Especialistas defendem métodos mais refinados para avaliação imediata, com médicos independentes, tempo extra para diagnóstico e substituições rápidas que não interrompam o jogo, priorizando a integridade dos atletas.
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