O Independiente Rivadavia, de Mendoza, chega como personagem central da Libertadores nesta semana. Em sua primeira participação no torneio, a equipe encara o Fluminense nesta quarta-feira, às 19h (horário de Brasília), no Maracanã. O confronto acontece pela segunda rodada e marca a consolidação de um projeto que percorreu distintas séries do futebol argentino.
A ascensão do clube é atribuída ao comando do presidente Daniel Vila, eleito em 2023. Com influência econômica e contatos no meio político, Vila colocou o Rivadavia em rota de investimento e contratação de nomes de peso, como Sebastián Villa e José Florentín, fortalecendo o elenco para a Libertadores.
Ascensão histórica e elenco
Fundado em 1913, o Independiente Rivadavia disputou a primeira divisão apenas em 2024. Em 2025 conquistou a Copa Argentina, o primeiro título de expressão do clube. Entre os destaques, o atacante Alex Arce, que já chegou a receber sondagens do Fluminense em 2025, figura como um dos pilares da equipe.
Villa, ex-Boca Juniors, voltou a ganhar espaço no futebol argentino com a camisa do Rivadavia. O atacante foi alvo de uma acusação de abuso em 2021, enfrentou processo que terminou com sua absolvição em 2024, e desde então retoma a carreira no clube de Mendoza.
Situação atual e contexto da partida
Atualmente, o Independiente Rivadavia lidera o Campeonato Argentino de 2026, com 26 pontos em 12 jogos (8 vitórias). O torneio possui dois grupos de 15 equipes, mas o desempenho de Mendoza é o melhor entre todos. O time é conhecido por atuar com uma linha defensiva robusta e transições rápidas.
O confronto com o Fluminense ocorre em meio a expectativa de maior visibilidade internacional para o clube. A partida em solo carioca pode impactar a classificação no grupo da Libertadores e a percepção sobre o projeto político-econômico que sustenta o elenco.
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