O Fluminense encara o Independiente Rivadavia nesta quarta-feira, 15, no Maracanã, às 21h30, pela Libertadores. A partida reúne o Tricolor carioca, líder do grupo, e um adversário pouco conhecido no Brasil, mas com ambição de surpreender na competição. O confronto acontece em solo brasileiro, com o Independiente buscando manter o ritmo de reconstrução institucional e esportiva iniciado em Mendoza.
O clube argentino chegou à fase de grupos com boa performance recente, após vencer a Copa Argentina em 2025 e liderar o Campeonato Argentino. A gestão é conduzida por Daniel Vila, empresário que assumiu a presidência em 2022, ampliando investimentos e buscando estabilidade financeira para o elenco. A equipe aposta na velocidade de suas transições e na força física na área.
Modelo de gestão
O Independiente Rivadavia opera com um sistema de investimentos privados, por meio de um fideicomiso, sem se tornar uma SAF formal. O clube permanece como associação civil sem fins lucrativos, mas recebe capital externo para manter salários em dia e reforços. O formato ajuda a sustentar o desempenho esportivo sem mudanças na estrutura jurídica.
Desempenho e perfil técnico
Sob o comando de Alfredo Berti, o time prioriza ações rápidas e pressão alta na saída de bola. O foco é conseguir gols com poucos toques, explorando velocidade pelas pontas e presença na área. A bola parada também tem reduzido o espaço para o adversário, tornando-se arma relevante no esquema.
Em 2025 e 2026, o Independiente soma atuação competitiva com números expressivos: 54 jogos no período, 24 vitórias, 18 empates e 12 derrotas, além de 70 gols a favor, com 17 em bolas paradas. Em 2026, são 15 partidas, 11 vitórias, 2 empates e 2 derrotas, com 78% de aproveitamento e 26 gols marcados, 5 de bola parada.
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