O começo da temporada 2026 da Red Bull Racing tem sido marcado por um carro difícil e resultados abaixo do esperado para o time, com Max Verstappen demonstrando frustração diante do novo regulamento. Em meio a esse cenário, o jovem Isack Hadjar surge como ponto positivo, destacando-se na classificação com consistência no Q3 e superando o próprio Verstappen em etapas iniciais do campeonato.
Há apuros no desenvolvimento do RB26? O carro ainda é considerado pouco competitivo, e Hadjar insiste em extrair ritmo mesmo diante de limitações de carga aerodinâmica e de equilíbrio instável do chassi. O francês classificou o chassi como exigente, com necessidade de ajustes constantes durante as voltas.
Hadjar somou seus primeiros pontos na China, após um incidente na primeira curva envolvendo Ollie Bearman. No Japão, terminou em 12º, resultado influenciado por um safety car e por problemas de bateria. Mesmo assim, o piloto tem mantido a velocidade bruta como diferencial frente a Verstappen nas sessões de qualificação.
Desempenho de Hadjar em meio ao RB22
Até o momento, Hadjar chegou ao Q3 em todas as corridas realizadas, uma marca que contrasta com o desempenho de Verstappen, que avançou à fase final da classificação em apenas uma ocasião. A performance aos sábados evidencia consistência diante de um carro considerado desafiador para guiar.
A atuação do francês ganha importância pela qualidade do RB22, que ele reconhece exigir muito do piloto. Hadjar ainda comenta a imprevisibilidade do equilíbrio do carro, o que aumenta a dificuldade de definir estratégias de volta rápida.
A Red Bull enfrenta a incerteza de como evoluir o monoposto. Hadjar admite que, se a equipe conseguir melhorar o RB22, pode haver mudança no ritmo interno da dupla de pilotos. Historicamente, quando o desempenho do carro eleva o nível, Verstappen tende a favorecer a própria performance.
Enquanto a Red Bull não desenvolve o desenvolvimento esperado, Hadjar se mantém confiante de que sua competitividade permanecerá alta com ou sem evolução do chassi. O piloto frisa que rapidez já demonstrada em condição difícil pode se repetir com um chassi mais dócil.
Foi destacada a dúvida sobre como o time irá equilibrar o desempenho entre os pilotos à medida que o carro se tornar mais veloz. Hadjar, porém, cita que a capacidade de extrair ritmo com o RB22 difícil é indicativo de potencial de adaptação a melhorias futuras.
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