O argentino Lionel Messi e a federação argentina (AFA) são alvo de uma ação judicial movida pela VID Music Group, empresa de Miami. A ação envolve a ausência de Messi em amistoso diante da Venezuela, no Hard Rock Stadium, em Miami, durante Data Fifa. AVID acusa conluio e descumprimentos contratuais.
Segundo a VID, a partida foi organizada pela empresa, que alega ter pago sete milhões de dólares à AFA pelos direitos exclusivos de organizar e promover dois amistosos nos EUA. A ação cita também um provável acordo para mais jogos nos Estados Unidos em 2026.
Alega-se que Messi não compareceu à partida contra a Venezuela em outubro sob pretexto inadequado, impactos que, segundo a VID, prejudicaram a presença de público estimada em 15 mil pessoas, cerca de 23% da capacidade do estádio. A ausência também seria central para o valor comercial do evento.
O processo lista ainda que o acordo previa participação de Messi por pelo menos 30 minutos em ambas as partidas. A VID afirma que essa condição era essencial para o retorno financeiro do negócio.
A ação cita, além de Messi, o agente de atleta e a AFA como envolvidos em condutas para induzir a assinatura de contratos com a VID sob termos considerados desfavoráveis pela empresa. Um terceiro investigado responde por fraude.
A VID aponta novos amistosos nos EUA para outubro, com confirmação de carta de aceitação assinada pelo presidente da AFA, Claudio Tapia. A denúncia envolve ainda outros jogos no exterior promovidos pela empresa, incluindo confronto entre Argentina e Porto Rico.
Ausência de Messi em junho de 2026 nos Estados Unidos também é mencionada como parte de desdobramentos contratuais, ampliando o conteúdo já apresentado na ação. O caso tramita em tribunal do sul da Flórida.
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