O basquete brasileiro lamenta a perda de Oscar Schmidt, o Mão Santa. Ele faleceu nesta sexta-feira, 17 de abril, aos 68 anos. A causa da morte não foi divulgado até o momento. A confirmação mobiliza atletas e entidades do esporte.
O Comitê Olímpico do Brasil ressaltou o legado olímpico de Oscar. O presidente Marco La Porta mencionou que o jogador foi eternizado no Hall da Fama do COB há menos de 10 dias, com a presença do filho Felipe na cerimônia.
A Confederação Brasileira de Basquete destacou os recordes de Oscar e sua influência para o esporte no país. A nota oficial reforçou que ele redefiniu limites dentro das quadras e inspirou gerações.
O NBB também manifestou pesar pela morte de uma lenda do basquete nacional, reconhecendo a importância de Oscar Schmidt para a história da liga e do esporte brasileiro.
Clique Flamengo prestou homenagem nas redes sociais. Oscar atuou pelo clube entre 1999 e 2003, período em que foi bicampeão estadual. O texto exaltou sua genialidade e o carinho pela torcida rubro-negra.
O Sport Club Corinthians Paulista lembrou o momento em que Oscar conduziu o time ao último título nacional, em 1996. O clube mencionou a inclusão dele na Calçada da Fama do Memorial Corinthianense.
Outras homenagens foram divulgadas por clubes e pela comunidade do basquete. Oscar Schmidt é lembrado como o maior pontuador olímpico brasileiro, sem medalha olímpica, mas com recordes históricos. Sua trajetória permanece viva no esporte.
Entre na conversa da comunidade