A cerimônia de despedida de Oscar Schmidt será restrita aos familiares. O ex-jogador de basquete morreu na tarde desta sexta-feira, aos 68 anos, em decorrência de uma parada cardiorrespiratória. O pedido de privacidade foi divulgado pela assessoria em nota oficial.
Segundo a família, a decisão visa preservar o momento íntimo de recolhimento. Os familiares agradeceram as manifestações de carinho e solidariedade recebidas e pediram compreensão pela privacidade neste período de luto.
Oscar Schmidt faleceu após ter sido encaminhado a um hospital em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, após passar mal em casa. A recuperação não foi possível, e ele não resistiu ao quadro clínico.
Trajetória e legado
Reconhecido como uma das maiores lendas do basquete, Schmidt foi o segundo maior pontuador da história da modalidade e detém o recorde olímpico de maior pontuação. Jogou cinco Olimpíadas pela seleção brasileira e integrou o Hall da Fama da Fiba.
O jogador atuou por 29 anos, começando no juvenil do Palmeiras aos 14 anos. Entre os principais marcos está a vitória sobre os Estados Unidos em 1987, que rendeu o título pan-americano à seleção brasileira.
Após encerrar a carreira, Oscar seguiu como empresário e palestrante. A família destacou que, para ele, as prioridades eram a família, a religião e o país, além do esporte que tanto amou.
Repercussões nacionais e internacionais
A morte gerou relatos de pesar no Brasil e no exterior. O Comitê Olímpico do Brasil ressaltou que sua história jamais será esquecida. Jornais internacionais também repercutiram a perda, destacando sua trajetória e impacto no movimento olímpico.
A imprensa local já analisa o legado de Schmidt para o basquete brasileiro e mundial, bem como o papel de referência que ele desempenhou para jovens atletas. A cobertura segue com atualizações sobre homenagens e próximos desdobramentos.
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