Novak Djokovic, atual número 4 do ranking mundial, comunicou que não disputará o Masters de Madri, que começa na próxima semana, na Espanha. A desistência abre espaço para mudanças na estrutura de disputa do torneio e afeta a formação dos confrontos.
Com a retirada do sérvio, o brasileiro João Fonseca passa a figurar entre os cabeças de chave. Ele estava na lista de espera e, ocupando a posição 35 no ranking, sobe na classificação graças à campanha no ATP 500 de Munique, em andamento nesta semana. Assim, Fonseca será um dos 32 cabeças de chave do Masters 1000 de Madri.
Ser cabeça de chave traz vantagens significativas: evita a primeira rodada e entra direto na segunda fase, evitando confrontos com os melhores colocados do ranking nas primeiras rodadas. A definição da chave ocorre no sorteio programado para segunda-feira.
Mudança na chave com a desistência de Djokovic
O Masters 1000 de Madri é um dos principais eventos do tênis fora dos Grand Slams. A edição deste ano mantém a tradição de reunir figuras relevantes do circuito, com o sorteio determinando os próximos adversários de Fonseca a partir da segunda rodada. A melhor campanha de João em torneios deste nível até agora foi nas quartas de final em Monte Carlo, na semana anterior.
A programação do tênis aponta os quatro Grand Slams como o ápice da temporada, seguidos pelos Masters 1000. Em Madri, o relevante é que a ausência de Djokovic altera a distribuição de pontos e pode impactar a preparação dos demais atletas para o torneio. O torneio segue com outros favoritos no quadro, aguardando o desenrolar das partidas.
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