Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira (17.abr.2026) aos 68 anos, em Santana do Parnaíba (SP). A assessoria informou que ele passou mal e foi levado ao Hospital Municipal Santa Ana. O velório será reservado, sem detalhes divulgados.
Filho do ex-jogador, Felipe Schmidt, publicou uma homenagem nas redes sociais enfatizando o legado do pai e pedindo respeito à família durante o período de luto. Na postagem, o filho destacou que Oscar foi um herói dentro e fora das quadras e afirmou a intenção de seguir seus ensinamentos.
A trajetória de Oscar Schmidt começou em 1974, aos 16 anos, no Palmeiras. Ao longo de quase 30 anos, atuou por Sírio, Corinthians e Flamengo, além de clubes europeus como JuveCaserta, Pavia (Itália) e Forum Valladolid (Espanha).
Legado e reconhecimento
Conhecido como Mão Santa, Schmidt é lembrado como um dos maiores nomes do basquete mundial. Foi o maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos brasileiros, com 1.093 pontos, disputando cinco edições. Recusou convites da NBA para defender o Brasil em competições internacionais.
Entre os títulos, destaca-se o Mundial Interclubes de 1979 pelo Sírio, e a Fiba o reconheceu como um dos maiores jogadores de todos os tempos. Em 2013, foi incluído no Hall da Fama do basquete.
A assessoria de Oscar confirmou o peso de sua contribuição ao esporte brasileiro e lembrou que seu legado permanecerá na memória coletiva e na história do basquete.
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