João Fonseca entrou em Munique com o objetivo de somar pontos no ranking da ATP. O brasileiro terminou o torneio em 31º lugar, após perder nas oitavas de final para o norte-americano Ben Shelton, por 2 a 1.
A parcial de 2026 marcou boa subida para Fonseca, que subiu quatro posições após a participação no ATP 500 de Munique. O revés diante de Shelton encerrou a campanha na Alemanha ainda na fase de mans, sem entrar nas quartas.
Com o resultado, Fonseca foca o calendário europeu nas próximas semanas, começando pelo Masters 1000 de Madrid entre 20 de abril e 3 de maio. A ausência de Alcaraz e Djokovic favorece a chance de cabeça de chave para o brasileiro.
Perspectivas para Roland Garros
Caso mantenha atuação consistente, Fonseca pode entrar no top 32 antes do corte de ranking para Roland Garros, que ocorre após o Masters de Roma, de 6 a 17 de maio. Ser cabeça de chave reduziria confrontos contra os jogadores mais bem colocados.
Ainda sem confirmar presença oficial, o brasileiro mira a possibilidade de entrar como cabeça de chave em Paris, entre final de maio e início de junho, dependendo do desempenho nos torneios do período.
Caso o ranking permita, Fonseca evitaria duelos logo na primeira fase contra adversários com rankings mais elevados, ampliando as chances de avançar nas primeiras rodadas.
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