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Homens disputam a categoria feminina em maratona sul-africana de renome

Dois homens foram desclassificados por troca de dorsais após terminarem no top dez da corrida feminina do Two Oceans Marathon, prejudicando duas corredoras e enfrentando sanções

A colorful collection of shoes cross the starting line at the start of the 2017 Boston Marathon in Hopkinton, Mass., Monday, April 17, 2017. (AP Photo/Mary Schwalm, file)
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Dois homens foram desqualificados de um dos maratonas emblemáticos da África do Sul após terminar entre as dez primeiras do grupo feminino da Two Oceans Marathon, realizada em Cape Town. A tentativa de troca de dorsais envolveu Luke Jacobs e Nic Bradfield, causando distorção nos resultados.

A prova ocorreu no dia 12 de abril, com mais de 16 mil participantes entre a maratona de 56 km, a ultramaratona, e a meia-maratona de 21,1 km. A troca de números violou regras oficiais e colocou em risco a integridade da competição.

Jacobs e Bradfield foram identificados por meio de tecnologia de cronometragem e investigações do conselho organizador. As atletas cujos classificados foram impactados receberam reconhecimento por posições legítimas. As duas mulheres envolvidas apresentaram pedidos de desculpas e enfrentam sanções.

Elementos da irregularidade

  • O que aconteceu: troca de dorsais entre homens e atletas femininas da prova.
  • Quem está envolvido: Luke Jacobs, Nic Bradfield, Larissa Parekh e Tegan Garvey.
  • Quando: 12 de abril, durante a Two Oceans Marathon em Cape Town.
  • Onde: Cape Town, África do Sul.
  • Por quê: motivação não declarada; prática ilegal para obter vantagem ou evitar custos/limitações de participação.

Jacobs reconheceu o erro em comunicado escrito, reconhecendo que não deveria ter participado. Garvey explicou que cedeu o dorsar devido a uma lesão prévia que impossibilitou competir, com a explicação adicional de que um amigo correu com seu dorsal. Parekh não detalhou as razões de sua participação com outro dorsal.

Os envolvidos devem passar por processos disciplinares perante a subcomissão da maratona. Segundo o integrante Stuart Mann, a prática é antiética e acarreta riscos médicos caso haja emergência com a identificação incorreta. As atletas prejudicadas retomaram seus reconhecimentos oficiais de posição.

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