Oscar Schmidt, mito do basquete brasileiro, faleceu aos 68 anos nesta sexta-feira (17) em São Paulo. A imprensa internacional prestou homenagens à carreira do atleta, considerado o maior cestinha olímpico com cinco Jogos disputados.
Veículos de referência destacaram o impacto de sua trajetória, que não passou pela NBA, ainda assim marcou a história do esporte com conquistas e marcas expressivas. A repercussão ocorreu no dia da perda do esportista.
Segundo o Washington Post, Schmidt ficou associado à defesa da seleção brasileira e a cinco edições olímpicas, mantendo recordes de pontuação. A publicação enfatizou a influência do jogador no cenário nacional.
Na Itália, Gazzetta dello Sport relembrou a passagem por clubes no país, especialmente Caserta e Pavia, destacando a resistência do atleta em alto nível. A análise enfatiza a fase italiana como parte essencial de sua carreira.
A ANSA, agência italiana, mencionou que Schmidt é o único brasileiro no Hall da Fama da NBA e apontou seu reconhecimento internacional como um dos melhores da história. A RTVE, da Espanha, mencionou o recorde mundial de pontos.
O Clarín, da Argentina, ressaltou a atuação de Schmidt pela seleção brasileira, incluindo a conquista do ouro nos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, ao superar os EUA pela primeira vez em casa nessa competição. A imprensa latino-americana consolidou seu legado.
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