Oscar Schmidt, ex-jogador de basquete e ídolo do esporte, morreu nesta sexta-feira devido a uma parada cardiorrespiratória. A confirmação veio da prefeitura de Santana da Parnaíba, onde o atleta chegou ao hospital já sem vida.
Josuel dos Santos, ex-pivô da seleção e companheiro de Schmidt nas Olimpíadas de 1992 e 1996, relembra o lado divertido do ídolo. Segundo ele, Schmidt tinha um estilo reservado, mas também era brincalão e gostava de estar cercado de amigos. Era um crianção, afirma.
A presença de Schmidt na Olimpíada de Atlanta, em 1996, é lembrada por Josuel como parte de uma trajetória marcada por conquistas. O ex-jogador destaca o privilégio de ter participado de momentos decisivos da carreira de um dos maiores nomes do basquete brasileiro.
Repercussão internacional
A morte de Schmidt ganhou repercussão fora do Brasil. O Washington Post relembra a atuação internacional do atleta, enquanto a imprensa europeia também cita sua passagem pela Itália e outras ligas. O tema ganha espaço em veículos da França, Espanha e Argentina.
Legado e reconhecimento
Schmidt esteve próximo de jogar na NBA durante a década de 1980, mas não chegou a atuar na liga. Ao longo de cinco Olimpíadas disputadas pela seleção brasileira, ele ficou conhecido por marcar recordes de pontuação e pela evolução no basquete nacional. O Comitê Olímpico do Brasil enfatiza o impacto de sua história para o movimento olímpico.
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