O atleta Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, em São Paulo. A família confirmou o falecimento e informou que o velório e o enterro serão restritos a familiares e amigos próximos. Conhecido como Mão Santa, ele foi ítolo do basquete brasileiro e mundial.
Schmidt ficou famoso por popularizar o basquete no Brasil e é o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos. Ao longo da carreira, fez mais de 49 mil pontos e teve atuação destacada em cinco Olimpíadas, além de títulos nacionais e internacionais.
A repercussão da perda foi imediata nas redes sociais, com manifestações de atletas, clubes e órgãos esportivos. O anúncio oficial foi feito por ligas, federações e pelo poder público, reconhecendo a importância do jogador para o esporte no Brasil.
Repercussões oficiais e homenagens
O Ministério do Esporte emitiu nota de pesar, destacando o legado de Schmidt e sua importância para o basquete brasileiro, com marcas expressivas em Olimpíadas, Pan-Americanos e competições sul-americanas. O governo federal ressaltou o orgulho gerado pelo atleta.
A Liga Nacional de Basquete (NBB) destacou Schmidt como referência para várias gerações, enfatizando seu status de maior cestinha olímpico e seus feitos com a camisa da Seleção Brasileira, bem como a trajetória vitoriosa em clubes.
Clubes e reconhecimento histórico
O Palmeiras confirmou o falecimento do ídolo, ressaltando que Schmidt iniciou a carreira ali e trouxe títulos expressivos ao clube, além de enfrentar o câncer com coragem. A homenagem também chegou a clubes como Flamengo, que recordaram a contribuição de Schmidt ao basquete nacional.
A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) reforçou o orgulho em tê-lo como símbolo do basquete brasileiro, destacando o legado em quadras e fora delas. O Senado Federal também manifestou pesar pela perda de uma referência do esporte.
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