Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira aos 68 anos em São Paulo. A notícia encerra uma carreira marcada por recordes e contribuições históricas ao esporte nacional. Mesmo sem conquistas olímpicas, os feitos dele repercutem pela longevidade e pela natureza dos recordes.
Ao longo de cinco participações olímpicas, Schmidt somou 1.093 pontos, tornando-se o maior cestinha da história das Olimpíadas de basquete. Em Seul-1988, ele marcou 55 pontos em um jogo contra a Espanha, a maior marca individual em jogos olímpícos até hoje.
Permanece também como o maior pontuador da história da seleção brasileira, com 7.693 pontos. Entre os recordes, destacou-se por ter sido cestinha em três edições seguidas: Seul 1988, Barcelona 1992 e Atlanta 1996.
No cenário internacional, atuou na Itália, onde foi cestinha em sete de 11 temporadas disputadas. É o segundo maior pontuador da Liga Italiana de Basquete, com 13.957 pontos, ficando atrás apenas de Antonello Riva.
Principais feitos de Oscar Schmidt
- Segundo maior pontuador de toda a história do basquete: 49.737 pontos.
- Maior pontuador olímpico: 1.093 pontos.
- Melhor marca de pontos em uma partida olímpica: 55.
- Cestinha em três Olimpíadas consecutivas: Seul-1988, Barcelona-1992 e Atlanta-1996.
- Média de pontos por jogo em uma edição olímpica: 42,3.
- Maior cestinha da seleção brasileira: 7.693 pontos.
- Sete vezes cestinha da Liga Italiana de Basquete.
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