Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira após sofrer uma parada cardiorrespiratória. A prefeitura de Santana da Parnaíba informou que ele chegou ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana já sem vida. O falecimento ocorreu após ter passado mal em casa no município.
A prefeitura também confirmou que Oscar tinha 68 anos e deixa a esposa, Maria Cristina, e os filhos Felipe e Stephanie. A notícia sobre o óbito foi divulgada pelas autoridades locais, com a família ainda recebendo suporte da equipe da saúde pública.
Trajetória esportiva
Schmidt é lembrado como um dos maiores jogadores da história do basquete. Aposentado há mais de 20 anos, ele teve uma carreira de 29 anos iniciada aos 14, no juvenil do Palmeiras. Um dos momentos mais marcantes foi a vitória sobre os Estados Unidos em Indianápolis, em 1987, no Pan-Americano.
Conhecido como “Mão Santa”, pelo arremesso preciso, ele é o maior cestinha da história do basquete, com 49.737 pontos. Jogou cinco Olimpíadas (1980, 1984, 1988, 1992 e 1996) e integrou o Hall da Fama da Fiba.
Legado e desdobramentos
Ao encerrar a carreira, Schmidt atuou como empresário e palestrante. Filho de militar, ele valorizava a família, a religião e o país, segundo seu próprio relato. O atleta enfrentou, aos 55 anos, um tumor no cérebro, com duas cirurgias, radioterapia e quimioterapia, que resultaram na vitória sobre a doença em 11 anos de tratamento.
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