Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. O atleta ficou famoso pela desenvoltura em entrevistas e por declarações marcantes ao longo da carreira.
Conhecido pelo apelido Mão Santa, ele nunca negou o rótulo, mas reforçou repetidamente que seus feitos foram resultado de treinamento intenso, enfatizando a expressão Mão Treinada. Em diversos momentos, afirmou ter dedicado a vida ao basquete e à seleção.
Schmidt revelou que sua rotina incluía alta carga de treinos, chegando a mais de mil arremessos diários em períodos de preparação, com longas sessões diárias que só terminavam após conseguir uma sequência de acertos. Também destacou que o esporte ocupava parte central de sua vida, mesmo após a aposentadoria.
Trajetória e legado
Ao longo da carreira, Oscar manteve o foco no basquete e na seleção brasileira, destacando a dedicação como eixo de seu sucesso. Em entrevistas, ele reconheceu o peso da continuidade do treino para manter o desempenho.
Saúde e visão sobre o esporte no Brasil
Em 2011, Oscar foi diagnosticado com um tumor cerebral, que enfrentou por mais de uma década com cirurgias e tratamento. Mesmo diante da doença, manteve a identidade de atleta dedicado, segundo relatos de suas aparições na imprensa.
Schmidt também comentou que, apesar de a seleção não sempre ocupar o topo entre os esportes no Brasil, ficava orgulhoso por ser ídolo em um país centrado no futebol, ressaltando a importância do basquete no cenário esportivo nacional.
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