No início da carreira na editoria de Esporte da Folha, o jornalista envolvido cobria basquete e eventos olímpicos, com passagem por cidades paulistas e entrevistas com treinadores e ídolos nacionais.
A notícia de falecimento de Oscar Schmidt, aos 68 anos, estimulou a lembrança das memórias do repórter sobre a trajetória do astro. O texto revisita a relação entre Oscar, sua esposa Cristina e a imprensa, especialmente em torno da marca dos 40 mil pontos.
A reportagem descreve ainda a época em que Oscar migrou para a Europa para jogar 14 anos, consolidando-se como especialista em arremessos de três pontos, sob a influência direta de Cristina, que o acompanhava diariamente.
Confissão e controvérsia sobre a marca de 40 mil
Entre o escritório e as quadras, houve um debate sobre a contagem de pontos não validada pela Federação Internacional de Basquete na época. O repórter destaca que a cobertura foi marcada por desdobramentos e por pressões editoriais, especialmente envolvendo a família Schmidt.
A memória registra o momento em que, em 1998, Oscar tentou conciliar atividades esportivas e políticas em São Paulo, em meio a especulações sobre a proximidade da marca. A história também cita a resistência de Cristina a determinados enfoques da imprensa.
Desfecho da relação jornalística
Anos depois, o repórter relembra o encontro com Oscar em uma partida no clube Pinheiros, quando o atleta executou uma cesta de longa distância diante de testemunhas, incluindo o próprio jornalista. O gesto pareceu confirmar a percepção pública sobre o talento do jogador.
A lembrança final descreve a convivência entre atleta, esposa e imprensa, destacando a relação cordial que se estabeleceu após o atrito inicial. A história é apresentada como memória pessoal do repórter, sem conclusão ou opinião.
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