Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro, faleceu aos 68 anos após lutar contra um tumor cerebral. A morte foi anunciada na sexta-feira pelas famílias e pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB). O velório e detalhes ainda não foram amplamente divulgados.
A imprensa europeia destacou a carreira histórica do jogador. O Le Parisien chamou o falecimento de fim de uma era e descreveu Schmidt como arremessador de precisão rara, com uma trajetória marcada por feitos relevantes e longos anos de atuação.
Le Monde enfatizou que o brasileiro brilhou no Brasil, na Itália e na Espanha, sem nunca ter jogado na NBA, apesar de ter sido drafted pelo New Jersey Nets em 1984. A reportagem ressalta que ele manteve a lealdade à seleção brasileira.
O L’Équipe destacou Schmidt como maior cestinha olímpico, com 1.093 pontos em 38 jogos, e recordista de pontos em Copas do Mundo, com 906, reforçando seu status histórico no esporte. O Le Figaro lembrou a duração incomum de sua carreira, 29 temporadas.
Na Espanha, o Marca relembrou sua passagem por clubes europeus como Juvecaserta, na Itália, e Fórum Valladolid, na Espanha, destacando a recusa à NBA como parte de sua trajetória. Também ressaltou sua lealdade à seleção brasileira.
La Gazzetta dello Sport, na Itália, exaltou Schmidt como um ídolo absoluto, com 13.957 pontos em 11 temporadas e grande domínio internacional. Já La Repubblica apontou Schmidt como um dos maiores artilheiros da história do basquete europeu.
Entre na conversa da comunidade