Oscar Schmidt faleceu aos 68 anos nesta sexta-feira (17), em São Paulo. Depois de passar mal, foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, em Santana do Parnaíba, onde a confirmação da morte ocorreu.
O ex-jogador, conhecido como o ícone do basquete brasileiro, teve carreira marcada por ênfase na disciplina e pela dedicação à seleção. Fora das quadras, participou de polêmicas relacionadas à televisão, incluindo críticas à Globo e passagem pela Record TV.
A trajetória ganhou registro em documentários, como Mão Santa, que retrata a vida e as conquistas, e A Estreia, que aborda a relação com a NBA, mesmo sem ter disputado a liga oficialmente. Em 1984, foi convidado pelo New Jersey Nets, mas recusou.
Em 2017, Oscar integrou o All-Star Weekend, em parceria com ESPN e Budweiser, após décadas sem atuar na NBA. O projeto acompanha bastidores da experiência, depoimentos de fãs e ex-companheiros de quadra.
Além da carreira esportiva, o público acompanhou sua vida familiar em um reality de 2016, Familia Schmidt, exibido pelo Fox Sports. A produção mostrou a rotina ao lado da esposa e dos filhos.
Legado audiovisual
O documentário Mão Santa apresenta um panorama da infância à carreira internacional, com entrevistas de amigos, familiares e ex-jogadores. A produção está disponível na íntegra no YouTube e reforça a imagem de dedicação.
Pingos sobre obras relacionadas
A produção Revolução dos 3 revisita a vitória histórica da seleção brasileira sobre os EUA na final dos Pan-Americanos de 1987, com Oscar em destaque pelos arremessos decisivos. A obra reúne imagens de arquivo e depoimentos de colegas.
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