O Atlético de Madrid encerrou 2025 com receitas de 416 milhões de euros, segundo análise recente. O clube apresenta um patamar financeiro próximo de rivais, ainda abaixo de Real Madrid e Barcelona, mas em ascensão frente a ciclos anteriores.
A gestão prioriza receitas da Champions e diversificação de ganhos, mantendo equilíbrio entre esportes e negócios. A trajetória é marcada por mudanças estratégicas que ampliaram o caixa do clube sem depender exclusivamente de grandes transferências.
O clube busca manter o foco competitivo após vitória recente na Champions, superando o Barcelona e avançando a mais uma semifinal, ainda sem título da competição.
Fatores-chave da recuperação financeira
A mudança na divisão de receitas de direitos de transmissão, em 2017, elevou ganhos de 69 milhões para 99 milhões de euros naquele ano, impulsionando o orçamento.
Novo estádio e impacto comercial
A inauguração do Metropolitano em 2017 elevou receitas de match day e comerciais, passando de 41 milhões em 2016 para 62 milhões em 2017 e 75 milhões em 2025.
Formação, transferências e sustentabilidade
A formação de jogadores e resultados no mercado de transferências ampliaram o orçamento do futebol, fortalecendo a capacidade de contratar.
Guia salarial e comparação com rivais
Os gastos com salários somaram 280 milhões de euros, equivalente a 68% das receitas. O Barcelona registrou 534 milhões, quase o dobro, refletindo diferenças significativas entre as equipes.
Valor de mercado e corporate
A avaliação total do Atlético está em cerca de 2,5 bilhões de euros, após a aquisição pela Apollo, que detém a maioria das ações. O elenco é estimado em 587 milhões de euros.
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