Um voluntário que atuava na etapa de natação do Ironman Texas, nos EUA, relatou a sequência de tensão após Mara Flávia Araújo, triatleta brasileira de 38 anos, desaparecer na água durante a prova realizada no último sábado. A busca contou com mergulhadores e barco com sonar.
Mara foi dada como morta após a operação de resgate, que incluiu equipes de mergulho e equipamentos de localização subaquática no lago Woodlands, onde ocorreu a competição. A confirmação foi feita pela organização após o acionamento dos mergulhadores.
O relato do voluntário, publicado nas redes sociais, descreve a mobilização de pessoas que ajudaram a tentar salvar Mara, mesmo não a conhecendo. Segundo ele, dezenas de atletas estavam no trajeto e houve sinalização de emergência.
Desfecho da ocorrência
O voluntário afirmou que mergulhou diversas vezes em busca da atleta, chegando a tocar o corpo com o pé em determinado momento. Após repetidos mergulhos, não conseguiu localizar Mara novamente e a operação seguiu com suporte de equipe especializada.
A manobra de busca prosseguiu com a chegada de uma embarcação equipada com sonar. O corpo da triatleta foi recuperado pouco depois, por volta das 21h locais, conforme informações oficiais da organização do evento.
Em nota divulgada pelo volunteer, ele pediu desculpas à família de Mara pela impossibilidade de salvá-la. A equipe ressaltou que todos atuaram com a melhor intenção e que seguiram os protocolos de resgate. Mara Flávia era natural do Brasil.
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