Estêvão negocia com o Chelsea a volta ao Brasil para tratar a lesão no músculo posterior da coxa direita com foco em tratamento conservador. A contusão ocorreu na derrota para o Manchester United, no sábado. O atacante foi submetido a uma ressonância na segunda-feira à tarde, que mostrou a gravidade.
O episódio envolve também a comissão técnica da seleção brasileira, que mantém contato com o Chelsea para acompanhar a evolução do caso. A decisão final depende dos médicos do clube inglês, que avaliam o melhor caminho para a recuperação do atleta.
A gravidade da lesão foi confirmada como grau 4, o que implica ruptura de fibras musculares. O tratamento cirúrgico é considerado pelo Chelsea como provável, porém inviabilizaria a participação na Copa do Mundo, prevista para começar em 13 de junho.
Crédito para o caso é que o Brasil compõe o Grupo C na Copa do Mundo e abre a campanha contra o Marrocos, em Nova Jersey. Os adversários seguintes são Haiti e Escócia.
Tratamento em debate
Médicos do Chelsea avaliam as opções para evitar cirurgia imediata e reduzir o tempo de recuperação, buscando recursos de fisioterapia e tecnologia no Brasil. A ideia é viabilizar o retorno do jogador à Copa, caso haja evidência de resposta positiva ao tratamento conservador.
Caso opte pela cirurgia, o período de recuperação seria de cerca de três meses, mantendo o brasileiro afastado do Mundial. A decisão final depende das avaliações médicas realizadas pelos especialistas do clube inglês.
O técnico do Chelsea informou que Estêvão deixou o campo visivelmente abatido após a lesão, reforçando o impacto emocional do momento para o elenco. O clube não divulgou novo comunicado oficial sobre a evolução clínica até o momento.
O atacante já havia ficado afastado por um mês entre fevereiro e março por outra lesão muscular na coxa. Nesta sexta-feira, Estêvão completa 19 anos.
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