A Justiça espanhola manteve a absolvição do atacante Neymar e de dirigentes do Barcelona no caso envolvendo a transferência do jogador em 2013. O Supremo Tribunal confirmou a decisão já reconhecida pela Audiência de Barcelona, rejeitando acusações de corrupção e fraude.
Segundo a corte, não houve crime nos negócios nem fraude imprópria por Neymar, seus representantes ou pelo clube. A decisão aponta que a negociação decorreu de uma decisão desportiva do Barcelona, que buscou assegurar a contratação e decidiu antecipá-la.
Detalhes do veredito
A decisão, datada de 16 de abril, mantém Neymar, seus pais e ex-presidentes do Barcelona, Sandro Rosell e Josep Maria Bartomeu, absolvidos. Também permanece sem culpa o ex-dirigente do Santos envolvido no caso.
Origem do processo
A DIS, empresa brasileira detentora de 40% dos direitos federativos de Neymar na época, abriu ação em 2015. A empresa alegou prejuízos por suposta ocultação do valor real da transferência e questionou um acordo de exclusividade de 2011.
Desfecho processual
O Ministério Público havia retirado a denúncia na fase final do julgamento. Magistrados também afastaram a existência de crime. Após a absolvição em 2022, a DIS recorreu, e o recurso foi rejeitado pelo tribunal superior espanhol.
Entre na conversa da comunidade