Monarch Collective fechou, em março, a aquisição de participação minoritária na equipe expansions da WNBA em Cleveland, tornando-se a primeira firma de private equity a investir na liga. A operação elevou a presença de investidores privados no basquete feminino, sob a gestão de Kara Nortman.
Nortman é sócia-proprietária do Angel City FC, da NWSL, avaliado em 335 milhões de dólares, e também gerente da Monarch Collective, plataforma de investimento dedicada exclusivamente aos esportes femininos. Hoje, a Monarch está avaliada em 250 milhões de dólares e detém participação em três clubes da NWSL e em um clube europeu de futebol.
Investimento histórico e visão de futuro
Para Nortman, o movimento representa o que ela chama de “terceiro innings” do investimento em esportes femininos, destacando a importância de financiar o acesso de mais público aos eventos. A executiva afirma que deriscar riscos passa, entre outros aspectos, por colocar mais torcedores nos estádios.
A Monarch já consolida um portfólio com apostas na NWSL e em futebol europeu, buscando ampliar a presença de marcas e patrocínios no esporte feminino. A estratégia envolve investimento em gestão, infraestrutura e soma de valor para equipes em ligas distintas.
Desdobramentos para a liga
A entrada de capital privado na WNBA em Cleveland marca um precedente relevante para a liga e para o ecossistema do esporte feminino. A direção da Monarch aponta que, com investimentos estruturados, é possível assegurar sustentabilidade financeira e aumento de público.
Entre na conversa da comunidade