Demitido pelo Chelsea na última quarta-feira (22), o técnico Liam Rosenior deixa o clube após sequência de derrotas na Premier League. O Chelsea busca recuperação na atual temporada e não esconde o desafio de recuperar posição na tabela. O desligamento ocorreu em Londres, dentro de uma temporada marcada por instabilidade técnica.
Rosenior tem direito a cerca de R$ 157 milhões a título de multa rescisória, pois tinha contrato até 2032. O valor pesado impacta as finanças do clube londrino, que atravessa um período de readequação técnica e esportiva após a demissão do treinador.
Segundo a imprensa inglesa, as frequentes mudanças no comando técnico fizeram o Chelsea ultrapassar a marca de R$ 1 bilhão em gastos com rescisões nos últimos anos. A gestão do elenco já havia gerado críticas sobre planejamento esportivo.
Antes de Rosenior, o Chelsea já havia contratado e demitido diversos treinadores, com custos elevados: Tuchel (em 2022), cerca de €17,6 milhões; Potter (2023), €15,3 milhões; Pochettino (2024), €11,7 milhões; Conte (2018), €30,5 milhões; Mourinho (2007 e 2015), €36 milhões.
- Tuchel deixou o Chelsea em 2022, com pagamento de 17,6 milhões de euros.
- Potter saiu em abril de 2023, por 15,3 milhões de euros.
- Pochettino foi desligado em maio de 2024, por 11,7 milhões de euros.
- Conte deixou o clube em 2018, por 30,5 milhões de euros.
- Mourinho teve saídas em 2007 e 2015, somando 36 milhões de euros.
O Chelsea figura entre os 10 clubes mais ricos do mundo, mas enfrenta dúvidas sobre o treinador ideal. Com Rosenior, o time vinha de cinco derrotas seguidas na Premier League, mantendo-se longe de uma vaga na próxima Champions League.
Andoni Iraola, atual treinador do Bournemouth, e Edin Terzic, ex-vice-campeão da Champions com o Borussia Dortmund, aparecem como potenciais candidatos para comandar a equipe londrina.
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