O Vasco da Gama inaugurou de forma institucional o Museu Vasco da Gama, reconhecido pelo IBRAM. O passeio, registrado pelo ge, ocorreu na semana do aniversário de 99 anos de São Januário, celebrando a oficialização do espaço. A cerimônia marca a operação do museu no novo estádio após a reforma.
O museu reúne troféus, camisas e fotos das conquistas históricas do clube, como a Libertadores de 1998 e o Sul-Americano de 1948. Também há coleções de esportes menos conhecidos pelo torcedor, como Columbofilia e xadrez, entre outras curiosidades.
A institucionalização consolida o acervo e facilita a preservação. O processo envolve aquisição de acervo do fotógrafo Ari Gomes, digitalização de milhares de páginas e restauração de itens. O Centro de Memória passa a integrar o Museu Vasco da Gama como núcleo de memória e pesquisa.
Museu Vasco da Gama ganha status institucional
Walmer Peres, historiador do Vasco, destaca que o museu reforça o clube como agente de mudança social. A ideia é ampliar ações contra racismo, homofobia e machismo, mantendo a memória viva para o presente e o futuro.
Amanda Iorio, museóloga, ressalta a variedade do acervo e a necessidade de conservação específica. Ela cita itens como luvas e fichas de jogadores, além de peças modernas para representar o Vasco de 2026. O objetivo é preservar o patrimônio com qualidade técnica.
Compromisso com memória e conservação
A direção do clube investe na modernização do Centro de Memória, com arquivos deslizantes, mapotecas e laboratório de conservação. A estrutura contempla 50 porta-paletes para armazenamento adequado de troféus e demais itens, além de integração com o acervo digital.
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