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São Paulo move ações contra sites e perfis por uso de marca

São Paulo envia notificações via escritório de Propriedade Intelectual a torcedores e perfis que usam a marca sem autorização, com possível aumento de ações judiciais

São Paulo inicia notificações a perfis e páginas nas redes sociais por uso de marca e produto / Jogada10
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O São Paulo movimentou medidas contra perfis, páginas, sites e comunidades de torcedores que utilizam a marca ou o nome do clube sem autorização nas redes sociais. A ação é conduzida pelo escritório David do Nascimento Propriedade Intelectual e envolve notificações a conteúdos e comercialização de produtos sem pagamento de royalties. As medidas começaram na última semana.

Os alvos incluem a torcida PCD, cuja principal figura pública mencionada é a advogada Dra. Amanda, participante ativa no processo de impeachment do ex-presidente Julio Casares. A reportagem aponta que novas páginas e veículos devem entrar no alcance das notificações nas próximas etapas, ampliando o grupo atingido.

Além dos perfis, a ação pode atingir pessoas que mantêm atividades ligadas ao clube nas plataformas digitais. Espera-se aumento no número de notificações e possivelmente ações judiciais nos dias seguintes, o que impactaria quem produz conteúdo ligado ao Tricolor.

Caso semelhante no Fluminense

Torcedores do Fluminense também passaram por medidas recentes nas redes. No dia 18 de abril, o influenciador André Luiz, do canal Sentimento Tricolor, afirmou ter sido denunciado ao Instagram, com a remoção do perfil. A plataforma justificou a remoção pelo uso indevido de propriedades intelectuais como escudo e sigla do clube. A notificação também chegou por e-mail, citando o uso de marca registrada como base para a sanção.

São Paulo se junta a um movimento crescente de clubes

A ofensiva de proteção de marcas, escudos, hinos e imagens contra uso não autorizado em redes sociais e na comercialização de produtos tem ganhado espaço entre clubes brasileiros. O Atlético-MG já obteve decisões judiciais para impedir empresas de vender itens com escudos sem licença, com base em determinações da Justiça mineira.

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