O afastamento de John Textor da SAF do Botafogo será reanalisado nesta quarta-feira, após uma decisão do Tribunal Arbitral da Fundação Getulio Vargas. Textor está fora do comando formal da SAF desde quinta-feira, mas mantém influência nos bastidores do clube. A nova apreciação ocorre em meio a disputas sobre o poder de voto dentro da gestão.
A decisão publicada nesta terça-feira tirou os direitos de voto da Eagle Bidco na SAF, deixando o clube social como única parte com poder de voto. Durcesio Mello, diretor geral interino, mantém alinhamento com Textor e convocará uma assembleia em dez dias para definir o futuro da presidência.
Apesar da suspensão, Textor atuou nos bastidores, inclusive em viagem a Brasília. No âmbito interno, há discussões sobre a entrada de empréstimos da GDA Luma e da Hutton Capital, que poderiam ser convertidos em ações da SAF. A SAF avalia que o empréstimo de US$ 25 milhões, feito em fevereiro, foi fundamental para liquidar pendência na Fifa referente à transferência de Thiago Almada.
Ato decisivo e próximos passos
Texto recente mostra que o clube social precisa aprovar o andamento de novos aportes para avançar com a possível conversão de dívida em participação societária. A assembleia previamente marcada, para avaliação de um aporte de US$ 25 milhões, não contou com a participação do clube social.
Quem define o rumo do Botafogo, agora, é o clube social, após a retirada dos direitos de voto da Eagle Bidco. O cenário permanece sem definição até a nova assembleia e a deliberação sobre a permanência ou mudança na liderança da SAF.
Entre na conversa da comunidade