O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro manteve Durcesio Mello como diretor da SAF do Botafogo, mantendo Textor afastado por decisão do Tribunal Arbitral da FGV. A medida ocorreu na terça-feira (28) e ocorre em meio a tensões entre a SAF e Eagle Bidco. A presença de Durcesio reforça a gestão interna do clube.
Além disso, o TJ-RJ retirou todos os poderes da Eagle Bidco, acionista majoritária controlada pela Ares. Com isso, o Botafogo Social, dono de 10% das ações, passa a centralizar decisões sobre o futuro societário e a entrada de novos investidores. A Eagle, por sua vez, continuava ligada a disputas sobre dívidas.
Mudança de governança
A SAF vê o cenário com a redução de três partes para duas, facilitando o diálogo entre SAF e Social. Processos movidos pela SAF já cobrem valores superiores a R$ 700 milhões, ligados à dívida com o Lyon. Ações judiciais seguem em andamento para redefinir repasses e responsabilidades.
Próximos passos
Durcesio Mello tem dez dias para convocar uma Assembleia Geral para confirmar ou não seu nome como diretor-geral. Internamente, a SAF avalia propostas de novos investidores, incluindo a GDA Luma Capital, que já teve participação no empréstimo inicial ao clube. Outra opção é explorar alternativas com investidores norte-americanos.
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