Após um intervalo de pouco mais de um mês, a Fórmula 1 retorna neste fim de semana com o GP de Miami, marcando a implementação de mudanças no regulamento. A principal delas envolve a largada, em teste para 2026.
O novo sistema determina que o turbo atinja a rotação máxima para uma largada eficaz. Em caso de aceleração anormalmente baixa logo após a liberação da embreagem, o MGU-K se aciona automaticamente para manter um nível mínimo de potência. A medida visa reduzir riscos de colisões.
A Audi, com Gabriel Bortoleto no elenco, surge como potencial ganhadora dessa alteração. A equipe tem historicamente enfrentado dificuldades nas largadas, e a solução envolve permitir ao motor elétrico ajudar o ciclo inicial do motor a combustão, especialmente nos momentos de partida.
Ferrari reagiu de forma negativa à mudança. A equipe de Maranello optou por um turbo menor, que atinge a rotação ideal mais rapidamente, o que favorece largadas rápidas. A mudança atual pode nivelar o desempenho, aumentando a pressão sobre a italiana.
A decisão da F1 inclui consultorias técnicas anteriores, com alerta da Ferrari sobre o impacto nas largadas durante o desenvolvimento do regulamento. A equipe afirmou ter sido a única a prever esse efeito, mas a gestão decidiu seguir adiante por motivos de segurança e equilíbrio de competição.
Mudanças na largada e impactos no regulamento
- A nova regra de detecção busca padronizar a resposta de todos os carros nas primeiras curvas.
- Analistas apontam que a mudança pode beneficiar equipes com melhor integração entre motor elétrico e combustão.
- A temporada 2026 ainda depende de ajustes contínuos conforme os resultados de Miami e futuras corridas.
Entre na conversa da comunidade