Leila Pereira, presidenta do Palmeiras, acusa o presidente do Flamengo, conhecido como Bap, de perseguir o clube paulista e tentar enfraquecê-lo. Segundo ela, a cobrança de ataques é constante em espaços públicos.
A mandatária também defende o gramado do Allianz Parque, afirmando que ele é sintético, não de plástico, e que, em sua avaliação, o piso é superior ao de muitos estádios do futebol brasileiro.
Disputa nos bastidores
Leila critica a postura do Flamengo sobre a divisão de direitos de televisão, alegando que o clube carioca se coloca como referência mundial para justificar seu modelo de recebimento.
Ela sustenta que o objetivo de Bap é prejudicar o modelo de negócios do Palmeiras, afirmando que o rubro-negro sabe da força competitiva do clube alviverde.
A dirigente alerta para uma contradição nas comparações com o futebol europeu, ressaltando que, diferentemente dessas ligas, a Libra não adota a mesma estrutura de compartilhamento de direitos.
Leila ainda comenta a possibilidade de o Palmeiras deixar a Libra, o que, na visão dela, deixaria o clube com o controle exclusivo da liga, incluindo a gestão de times profissionais, sub-20 e feminino.
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